Brasileiro aceita tudo, e ainda agradece!

Autor: WarmBooter em 4 março 2010

Pois bem, já faz algum tempo que o Brasil se tornou passagem obrigatória para grandes bandas e artistas, em suas turnês internacionais. É como se fosse uma mina-de-ouro recém descoberta. É bem verdade que o Rock’in’Rio 1 deu início a tudo, pois os artistas viram que podiam vir para o Brasil sem precisar andar de cipó pelas ruas, nem fugir de macacos e outros animais selvagens.

Mas também é visível que, nos últimos anos, é cada vez maior o número das turnês internacionais que passam por aqui. Infelizmente, o brasileiro, ignorado durante muito tempo por muitos artistas, considera a vinda deles como se fosse um “favor” que está sendo feito. Os shows, feitos geralmente em estádios de futebol (quanto mais gente, mais dinheiro, e dane-se a qualidade do som), organizados por produtores gananciosos, e na maioria das vezes sem ter uma estrutura adequada, tem ingressos cada vez mais caros, e pasmem!, acabam se esgotando em algumas horas, ou dias! Enfim, parece que todo mundo está nadando na grana por aqui.

Agora, felizmente, nem todos no mundo são “trouxas”. A prova é o recente exemplo que aconteceu em Israel, quando o produtor do show do Metallica resolveu enfiar a faca nos preços dos ingressos, gerando a revolta de muitos headbangers, que organizaram um boicote, fazendo com que a banda interferisse e o produtor baixasse bastante o preço! Mas por aqui, que nada! Paga-se o quanto pedem, e ainda enfrentam felizes as filas pra entrar e para sair do local, bebidas com preços abusivos, e todos os outros fatores que deixariam qualquer outro povo revoltado, mas não os brasileiros, acostumados a ser maltratados em quase todo tipo de serviço que lhe é oferecido (especialmente os públicos)!

Por isso estamos onde estamos, com políticos e autoridades que deitam e rolam, enfiam impostos, taxas, cobranças, leis e tudo mais que quiserem goela abaixo do povo, e ninguém faz nada.

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

Registro.br – nem ele escapa a burrocracia brasileira!

Autor: WarmBooter em 26 fevereiro 2010

Se alguém já precisou cancelar um domínio registrado através do registro.br deve ter desanimado antes mesmo de começar o processo… vejamos: tem que enviar um pedido de cancelamento, identidade, contrato social da empresa (última alteração) e mais o cartão de cnpj. Fiz tudo isso, e negaram o cancelamento porque o pedido não estava com firma reconhecida…

Não é a toa que a maioria das pessoas simplesmente para de pagar a renovação e deixa o domínio congelar e depois expirar. O processo oficial é tão “sacal” que desanima qualquer um, mesmo aqueles com a maior boa vontade.

O interessante é que o processo de registrar um dominio é extremamente simples e rápido, sendo feito totalmente on-line. Se eu posso registrar on-line, por que não posso cancelar da mesma forma? Por que complicar o que deveria ser fácil? Parece coisa de orgão público brasileiro…

Isso sem falar no custo dos domínios no Brasil, afinal, porque baixar o preço se não há concorrência? Enquanto lá fora, a briga de preços entre os registars rola solta! Uma renoção de domínio .com no Godaddy sai até por USD 7 (menos de R$ 14), enquando no Brasil o preço é R$ 30, enfiado goela abaixo!

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

Mind the Bird!

Autor: WarmBooter em 24 fevereiro 2010

Neste ano, o Firebird completa 10 anos de existência. Pela primeira vez, desde seu nascimento, é realizada uma campanha mundial de divulgação do lançamento de uma nova versão (2.5).

A idéia é aproveitar a data e trazer mais atenção para o Firebird, especialmente na mídia especializada, que geralmente “esquece” do nosso pássaro de fogo, dando preferência para notícias sobre bancos mais conhecidos (MySQL, Oracle, SQLServer, etc). Para isso, o projeto precisa da ajuda de todos os desenvolvedores e usuários, para que falem sobre o Firebird em seus blogs, sites, twitter, listas de discussão, etc.

A campanha MindTheBird possui um site exclusivo, contendo material de apoio para divulgação, como slides, banners, etc. Esse material é muito interessante, não só para divulgação do banco, mas também para todos aqueles que já precisaram ou precisam convencer seus chefes/clientes sobre o potencial deste banco de dados.

Além disso, foi organizado um concurso para eleger a melhor arte/logo comemorativo do aniversário de 10 anos do FB, que vai premiar com USD 500 o autor da arte mais votada! Qualquer pessoa pode participar! Veja todos os detalhes na página oficial.

A campanha MindTheBird foi organizada pela IBSurgeon, que vem investindo recursos próprios na divulgação do Firebird.

Mind the Bird

Registrando o Help do Jedi no Delphi

Autor: WarmBooter em 4 fevereiro 2010

Para quem possa interessar, segue os passos para integrar o help do JVCL (Jedi VCL) no Help do Delphi 2007.

Primeiro, baixe o help do site do SourceForge. O arquivo que eu usei foi o JVCL333Help-Help2.zip

No prompt de comando, com direitos de administrador, rode a linha abaixo:

h2reg.exe -u "cmdfile="JVCL333_h2reg.ini"

Obs: o h2reg.exe está gravado na pasta Help\Doc do Delphi 2007. Talvez você tenha que especificar o path completo para o arquivo JVCL333_h2reg.ini.

Edite o arquivo JVCL333_h2reg.ini adicionando a linha abaixo tanto na seção [Reg_Plugin] como na [UnReg_Plugin].

borland.bds5|_DEFAULT|Jedi.JVCL|_DEFAULT|

Pronto!

RAD, com certeza!

Autor: WarmBooter em 19 janeiro 2010

Na eterna briga entre linguagens e IDEs, continuo fã do Delphi! Como atualmente estou reformando uma casa, resolvi criar uma aplicação pra controlar os gastos envolvidos, facilitando o acompanhamento e talvez, prorrogando ou antecipando o infarto ;-)

A questão é que, em apenas 6 horas, criei uma aplicação completa, nativa, que roda em qualquer versão do Windows >= 98, com deploy ridiculamente fácil (graças também ao Firebird Embedded). E olha que o projeto tem até algumas frescuras, como gráficos, etc.

Fiz questão de criar algo simples, apenas com o essencial: três cadastros (gastos, fornecedores e estágios). Ou seja, qualquer “babão” consegue usar. Algumas facilidades também estão presentes, como clicar no título de uma coluna para ordená-la de forma ascendente ou descendente, filtragem de registros, busca rápida, etc.

Tenho dúvidas se com alguma outra IDE/linguagem, eu conseguiria fazer a mesma coisa em tão pouco tempo.

Pretendo colocar essa aplicação para download daqui alguns dias, caso tenha algum interessado.

O nome da aplicação eu ainda não sei, mas tô pensando em chama-la de “TôFerrado”, afinal, o preço das barras de ferro está pela hora da morte! :-(

Custo exorbitante dos certificados digitais!

Autor: WarmBooter em 4 janeiro 2010

Quer encher a “cueca” de dinheiro, sem precisar roubar como nossos adoráveis políticos? Então abra uma empresa certificadora, e seja feliz!

Para realizar algumas operações com o governo, já era necessário o uso de certificados digitais (ex: NF-e). Agora, todas as empresas enquadradas no regime de tributação “Lucro Presumido”, terão que entregar algumas das declarações periódicas assinadas digitalmente, ou seja, todas terão que adquirir certificados digitais, provavelmente o eCNPJ.

E nem bem a obrigatoriedade começou, o que não falta são problemas:

1) Para emissão do certificado, é necessário uma validação presencial, ou seja, você tem que ir pessoalmente até algum posto “físico” da empresa que escolheu para emitir seu certificado, munido de todos os documentos necessários. O agendamento pode ser feito online ou por telefone, mas o problema é que com a atual demanda (que tende a aumentar ainda mais nas próximas semanas), as datas disponíveis já estão distantes demais!

2) O custo para emissão de um certificado é exorbitante, e criou-se uma máfia onde praticamente todas as empresas credenciadas para emití-los estão cobrando o mesmo valor! Concorrência pra que? Vamos enfiar a faca e aproveitar! Lembrando ainda que os certificados devem ser renovados periodicamente: os de modelo A1 anualmente, e os A3 a cada 2 ou 3 anos.

Chega a ser ridículo a quantidade de postos de validação existentes atualmente. Uma pessoa em algum lugar no Amazonas, provavelmente terá que viajar até Manaus só para fazer a validação! A Certisign, que é uma das empresas líder neste segmento, tem apenas 150 pontos de validação em todo o Brasil! Ou seja, é aquela coisa típicamente brasileira: Vamos exigir, e eles que se virem pra conseguir isso no prazo!

Já não bastasse a altíssima carga tributária, não param de aparecer novos custos. Será que isso terá fim algum dia?!